Abandono paterno e a força de uma mãe

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aqui no mar contamos histórias reais depessoas como eu e vocêhistórias de superação luta e acima detudo amorqueremos levar a cada 1 esperançainformação e acolhimento por isso formaruma trindade agradece hd e seguros poracreditar e patrocinar essa rede de amordepois que o pai dele se foitive que me desdobrar a vida é muitocorridavendo eles crescidos me sinto vencedoraa minha história é uma história que nãotinha muitas chances de dar certo masdeus foi muito bom comigo para ter meusfilhos do jeito que eles são faria tudode novocristina tudo bem tudo bem a genterecebeu um e mail muito fofo da suafilha da marielly uma filha de seis quevocê tem é com toda essa história muitoemocionante néa sua história da maternidade elacomeçou bem cedo você tinha 15 anosquando ficou grávida eu fiquei grávidade um namorado que eu tinha que porsinal era 15 anos mais velhos do que eusem nenhum nenhuma chance de ter dadocerto por vários conflitos dentro daidade dele com a minha mãe e daí casa emcasa a minha as maternidades começarambem turbulentosentão daí eu fui mãe a minha primeirafilha que tem 31 anos é a rúbia né comtodo esse tumulto essa gravidez muitomuito complicada é ela nasceu de setemesesjá fiquei mãe solteira pela primeira vezentão daí já fiquei cuidando dela com aajuda da minha mãe né então já a figurapaterna já não existia mais nessemomento você precisou parar os estudospara cuidar dela sente assim a dizer seé essa foi a primeira coisa queaconteceuvocê chegou a retomar o estouro então euvoltei um tempo depois mas isso foi bemé bem muitos anos depois dois anosdepois você já se casou de novo e tem oseu segundo filho moisés anos depois eume casei de novo e tive o meu segundofilho adotivo mateus que hoje já estácom umem 28 anos que veio desse do casamento edepois rapidamente quando matheus tinhasete meses eu estava amamentando eengravidei e depois disso nasceu nopróximo ano setembro de 1990 nasceumateus em novembro de 1991 nasceu joãovitor e daídemorou um pouco mais porque o joãovitor e aumentei um pouco mais então daítem esse espaço de 91 e 94 para achegada da mariellyquando foi em fevereiro de 96 nasceu amaria clara que dos cinco netos as cincoprimeiras gravidez ela seria a mais novados 5 né então ficou assim é a rúbia quehoje tem 31 anos que foi desse primeirorelacionamento e depois eu me casei tivemais quatro filhos que o mateuso joão vitor a marielly ea maria claraentão daí fechou esse quadro da famíliacomo é que foi pra você tem filhos emidade tão próximacuidar dos pequenos grávida de outro évive experiências de um começar a andare e tirar a fraldajá a barriga grande nascendo o outroamamentando e sbb crescendo depoisgravidez de novo é eu levo as coisasmuito o white do white não sofro porcoisas que eu não consigo mudarentão eu fui mãe eu sou mãe precisocriar preciso ter e vamos levando eparecia que estava tudo bem e que iriacontinuar tudo bem quando a maria claratinha 2 anos que aconteceuaparentemente eu achei que eu tinha éuma história com o pai deles e que elaia durar a vida toda ele simplesmente umdia chegou em casa e me disse que tinhaengravidado uma outra mulhere que ele estava indo embora de casavocê precisou se desdobrar em milpedaços quem vai com ele exatamenteentão a maria clara tinha 2a maria ele já tinha e 4 é muito pequenoa rennes é o matheus tinha sete anosentão foi assim é fui literalmente nossomundo caiué a minha mãe é que me ajudou muitonessa questãoné daí eu não tinha estudo eu não tinhauma faculdade eu não tinha uma profissãoeu não tinha nada que você fez então eucomecei a trabalhar em uma casa ondetrabalhei muitos anos nela é eu comeceia fazer faxina a trabalhar com essamulher que hoje é minha grande amiga noano de 2000 fiz um concurso mas mesmoassim continuei trabalhando com ela eutrabalhava seis horas na escola e seishoras com ela e com isso a genteconseguiu sobreviver unido e holanda eassim daí eu tive que ensinar os maisvelhos tinham que aprender a cuidar dosmais novosa minha mãe priorizou cuidar das duasmenores é a mais velha minha já meajudava com ela e assim foram nós vamossobrevivendo exatamente o pai delesnunca procurou não manteve contato datarde durante mais ou menos nove anosnós nem sabemos aonde ele morava elesimplesmente desapareceu e foi aparecerno casamento ea maioria no casamento domeu filho joão victor como é que foiesse encontropra mim esse reencontro ele teve umsabor de vitória pode falar a verdadeele teve porque eu pude mostrar aí queeu tinha conseguido sobreviverhumanamente falando é foi muito foimuito bom pra mim foi libertador porqueele pô eu pude mostrar pra eleo que a gente quando tinha conseguido agente olha vencidobom em 2000você conheceu juranir se vocês secasaram ou mulher que gosta de casaassim eu sou mulher que eu acreditomuito que fazer e se casaram em 2004como é que foi a chegada dele na suafamília olha eu acho que ele foi muitocorajoso e eu acho assim que foi umprojeto de deus na minha vidasinceramente olhando assim é poucas mãesgostariam que o seu filho se casar comuma mulher que tem cinco filhos e eleera um filho caçula de nove irmãosele era o mais novo e assim de repenteeu caí nessa família com cinco filhosuma bagagem mas o dono de loja tem opropósito é verdade vocês pensava em termais filhos quando seqüencial não nãopensávamos em ter mais filhosé muito engraçado isso então aquela queele recebeu cinco de presente a mesmoporque entre aspas ele já estavaadotando os cinco filhos quando ele secasou comigo então e de repente apareceumateus na vida de repente com que asenhora eu divido minha vida entre 2matheus o primeiro apelo e o segundomateus que chegou na nossa vidaa gente é fazia parte de uma igreja néque tinha um próximo projeto socialmuito lindo e uberlândia e que tinha umabrigo de criançasentão eu conheci o mateus é fazendo umtrabalho voluntário nesse abrigo equando eu conheci o matheus e foi amor àprimeira vista quantos anos ele tinhaele é ele tinha 1 ano e 9 meses eomatheus ele já tinha sofrido uma vez eentão quando eu conheci ele estava eleusava uma botinha que ele não conseguiacaminhar e assim eu vi e ouvi o matheusprimeiro dia uma b eleum amor muito grande assim eu eu pareceque eu queria levar aquele a criançapara casa cuidar daquela criança e assimsuor tudo muito louco na nossa vida nanossa casa é e o meu marido nelsongrande forma mas porque isso eu não seieu sei lá é sempre ganhare aí a maria clara já conheceu amarielly e nós fomos totalmenteenvolvidas por por e é por essa criançatotalmente apaixonados nós já ficamospor ele de cara ele morava abrir comamauri semana ele abraçar novamenteentão a gente começou a fazer-se porprocesso de apadrinhamento levar ele pracasa mas até que houve uma decisão deser e de adotar o mateus ou não foi umprocesso eo matheus a priori parecia quefoi muito fácil chegar na nossa casaporque ele era tido como uma criança denecessidades especiaisentão só tinha três pessoas que queriamcrianças nesse critério eu tinha certezaque ia ser mesmo muito rápido mas doprocesso quando nós fomos avaliadosé uma outra assistente social e avaliouele e ela não deu como se ele tivesseproblemas e entrou 23 casais na nossafrente porque quando você entra com oprocesso de adoção no fórum você não temcomo pedir uma criança não fica nemespecifica como é que vocês conseguiramentão quando nós é e daí é um processotambém demorado eu acho que você devesaber disso porque tem que passar vocêmarido os filhos que moravam em casavocê tem que ser avaliado e é uma coisaque há sim um mês três mesmo é uma coisadurante uma semana né o processo tambémé bem demorado como você lidar porquedentro seja usava pegar dentro do novoque nós éramos apadrinhe é padrinho delelevando ele para casasó que quando começa o processo judiciale você tem que parar de levar aquelacriança e você tem que parar de tercontatos com ela e eu ligava o diafalava assim agora só faltam 17 11na outra semana eu ligava de novo eu jáestava até um pouco repetitivo um poucochato eu ligavaverinha e aí ela falou agora só tem trêse quando foi um dia uma tarde né é umatarde de chuva eo matheus até semprequando faz o mesmo clima ele fala sobreisso é ela ligou nós fomos chamados parair ao fórum e quando eu entrei a juízana flórida ela leu todo o relatórioda juíza e ela só simplesmente disseassim é eu estou entregando pra vocêshoje a guarda provisória do mateushoje ele está com 13 anosvocês falam abertamente sobre todo oprocesso de adoção e como é que lida comisso assim desde quando ele chegou emcasa ele se refere a quando o tempo queele ficou no abrigo naturalmente nós lhedamos muito bem com isso e eu sou muitofeliz com esse processo de adoção quandoas pessoas me pergunto eu falo genteadota em mesmo é a melhor coisa quevocês podem fazer por que vocês vão daesperança uma vida de uma pessoa que nãotem esperançahoje vem dos seus filhos crescidos etudo que passouqual é o sentimento que fica e eu mesinto vitoriosa porque todos eles sãomilhões de pessoas de bem são bonsfilhos me amam eu sou muito amada poreles eles têm um sentimento de gratidãopor mim por isso que eu disse que sefosse preciso passar por tudo de novopara que eu chegasse o resultado que eutenho eu faria de novoeu queria dizer pra todos eles né porqueeles todos eles são muito especiais étodo 6 é de que realmente valeu a penatudo que nós passamos tudo que a genteviveuvaleu a pena porque o resultado é esseresultado que eu tenho agora eu sou umamãe muito felizuma mãe muito vitoriosa e uma voz muitocoruja e eu amo muito essa família lindaque eu construireu amo vocês de verdade ligada à crivosorte estou chamados netos legal contatohistória que brigada militarvocê tem uma história para compartilharcom a gente escreve pra gente no amaromaternidade arroba gmail.comvai lá para se inscrever no canal sefaça o login e clica no botão 1inscrever é muito rápido e muito simplesestou esperando na próxima quarta às 20horas com mais um programa inéditoa gente faz esse programa o amor paravocês michael bateu nos criam se em casause um beijo[Música]

Cristina tornou-se mãe com apenas 15 anos. Aos 17, engravidou do seu segundo filho. E aí, vieram o terceiro, o quarto e o quinto. Tudo parecia bem, até que seu marido a deixou sozinha com as crianças. Ela precisou trabalhar duro para garantir a sobrevivência dos filhos. E a história continua. Já ouviu aquele ditado “em coração de mãe sempre cabe mais um”? Conheça a emocionante trajetória de Cristina.

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