Gestação gemelar: negligência médica e rotina especial

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aquino amar contamos histórias reais depessoas como eu e vocêhistórias de superação luta e acima detudo amorqueremos levar esperança informação eacolhimentopor isso agradecemos hd e seguros poracreditar e patrocinar essa rede de amoruma semana após o coma eu finalmenteacordei achava que eu havia chegado alinaquele mesmo dianão sabia o que estava fazendo na utinem que as meninas tinham na cdulembro que levantou o lençol e olheipara a minha barriga mas senti um medoenorme de perguntar o que haviaacontecidoa ela obrigada por ter vindo aqui hoje ecompartilhar sua história com amar euque agradeço a participante no final de2011você o thiago já estavam há quatro anosjuntos e aí vocês resolveram ter umfilho é isso como é que foia gente já estava há quatro anos juntoea gente tinha certeza que queriaqueremos ser pai née para nossa surpresa em um mês assimmenos de um mês a gente já estávamosgraves e qual foi a surpresa que teve noprimeiro traz um som e já no primeirotraz um som que constatou que era umagestação gemelaraí foi a felicidade não é tanto minhaquanto dele porque na nossa família nãotinha gêmeos nem na minha agenda dele eaí gestação gemelar univitelinas únicaplacenta como é que foi essa gestação eo pré-natal a ela estava tudo ok naminha meu pré natal na minha gestação equando foi com 30 semanas eu comecei aapresentar sintomas nada pré eclampsiaque a pressão altasó que o meu médico na época e não deuatenção que deveria cuidar da née eu continuei confiando nele que eleestava fazendo a coisa certa e aí com 30semanas ea pressão da água 17 por 11para mais e ele não fazia absolutamentenada que ele dizia sobre sintomas e comoé que ele tratou isso na épocana verdade ele não tratou como sendo umalto risco não me orientou aferirpressão em casa no meu orientou a ir aum pronto socorro no meio entãoabsolutamente nada só mandou tomar essaúnica medicação ele vê o quanto euretirar líquido e chegava na consultacom ele apertava assim minha perna etipo afundava de tão inchada que euestavapra mim eu não tinha noção do perigo quea gente estava falando nécom 35 semanas mais ou menos 34 35 foina sexta feira fazer um ultrassom nolaboratório que a gente sempre fez oultrassom ea inês ultrassom desse diapassei mal lá ea médica falou assim olhavou entrar em contato com seu médico evou falar pra ele adiantar o parto e aíele esperou sexta sábado domingo e só nasegunda quando foi consultar com ele eaí ele resolveu marcar o parto o dia 2que seria na quinta feira ea inêsfiltração aquelas que elas fizeram émostrou que uma das bebês que seriagabriela de ultrassom piloto não tinhaganho peso quando foi no dia 11 e nessaconsulta na segunda-feira não me deunenhuma orientação mas só falou queestava marcada a consulta e passou ainjeção para mim tomar para aceleraracho que a maturação dos irmãos é e aífui tomar medicação como ele mandou sóque na quarta feira eu estava com apressão alta e eu passei muito mal earshavin já me pegou e levou o hospitalé quando ele foi me colocou no carro eunão lembro o caminho porque eu fuicondicionadosó que eu lembro que quando a gentechegou na porta da maternidadeai queria abrir a ficha pra mim poderentrar no pronto socorro só que eu olhopara meus dedos e punhos enteado a minhaestá roxa e aí me colocar pra vocêentrar pronto socorro segundo tiagoconta e lembro de mais nada e aí pelorelato do thiago que aconteceu naquelemomento que entrou no hospital nacadeira de roda thiago correu lá pradentro colocado na maca deitada elefalou que eu estava deitada com foto deano conseguia respirarele foi me levantou e aí eu conseguirrespirar aí já viu um médico constatouum edema agudo de pulmãoe aí foi aquela correria é já foi nãosei se foi entubado no pronto socorro nauti mas é foi do pronto socorro e asmeninas em sofrimento não é porque eu játinha com o senado já estava com umedema agudo de pulmãoé já foi entrar em contato e mecolocarem como induzido e aí fui dopronto socorro para a uti adulto eficava esperando muito tempo até o meumédico chegapoder fazer um papo como é que foi o seuquarto é meu como o parto era de altorisco o tiago não pode é entrar e aí elefala é chata pra mim que quando mecolocar lá no centro cirúrgico e depoisde um tempo ele não se não sei minutosna mas o médico meu médico do pré natalchegou na porta do centro cirúrgicofalou pra ele e perguntou o médico e aídoutor como é que tá nessa situação eleolhou pra mim e falou assim ó reza queeu não sei só nós três eu fiquei com umasemana e na verdade quando acordei docoma eu pensei que eu tinha chegounaquele dia a leie aí quando eu levantei lençol que olheique minha barriga já não estava mais ali da gestação eu tinha medo deperguntar por tiago que tinha acontecidocom as meninas porque eu não sabiaporque eu tava não tem muita noção quetinha passado já sete dias devido a tudoo que aconteceu você também levou algunsdias para conhecer as meninas né como éque foi a primeira vez que você as viamé primeira vez que conhecia que olha queeu as vi néeu tive muito medo né não tinha noção dodo que estava acontecendo na verdade eutinha medo de perguntar como é que elasestavame aí a médica pediatra viu como euestava abalada e ela deixou pegar um anono colohb não podia pegar porque a gabi aindaestava mais debilitada aqui é porque amanu e eu peguei a arma no colo cameroné ficar um tempo no coloe foi a melhor coisa[Música]você teve alta mas as meninascontinuarão na uti neonatalquando elas tinham três meses seismédicos fizeram exames médicos falarampra você a isso as meninas ficaramquatro meses ainda na uti neo elas nãosabiam deglutir respirar mesmo tempoentão tiveram que fazer à gastrostomiacontra os três meses de vidae elas também fizeram a ressonância prana época não sabia que era prover assacolas que ela tinha né mas elasfizeram essa ressonância e aí a antes desair da maternidade negro veio e faloupra gente que ela chama sequelas mas quea vida normal com quatro meses elassaíram económica enfermagem fisioterapiaem casa e você não tinha idéia dagravidade do quadro delas né não tinhanoção não foi dito em nenhum momento namaternidade que acabe a mano tinha umasequela permanente que elas não iamandar que elas não iam falar aquelas nãoreage como os bebês normaisa gente era só nossas filhas que não seiquando atômica era reversível e começa aaprender a comer e ea e bebês vidanormal[Música]quando o que vocês tiveram umdiagnóstico concreto e como é que eleslidaram com essa notíciaaí em casa a gente começou a perceberque elas não estavam reagindo como bebêsna idade dela né eu comecei a pesquisaeu comecei a me assustar com as coisasque eu achava na internetsó que um neurologista e só vou falarpra gente da síndrome de west que é umaepilepsia de difícil controle e daparalisia cerebral por volta dos seismeses 68 mesmo assim a gente ficouenganado durante todo esse tempo porquepra gente nossas filhas iam começar areagir normal o que ocasionou aparalisia cerebral paralisia cerebral éa falta de oxigenação que foiacredito que tenha sido o tempo elas eucheguei na maternidade e elas ficarammuito tempo até fazerem meu quarto queacabou de falar que ela tem umaepilepsia de difícil controle nécomo é que vocês conseguiram contornarisso e que melhoras vocês já viram nelasé na gabi a gente conseguir o controledas crises da hb com um ano e elacomeçou a interagir ea sorrir vir outracriança é outro a outra outra coisa e aída manoela d ainda mais difícil decontrolar do que o da gabi as crises eagente usou de tudo para manu hormônioscaríssimos todos os tipos de medicaçãopara a síndrome de west e nada demelhorar e era assim um bebezinho queficava olhando para o teto e não reage anada e nunca tinha sorrido assim na vidaa gente foi eu fui atrás do canabidiol agente passa em consulta com umneurologistasó que na época tinha um preconceitomuito grande porque não tinha tudo aquino brasil née ele não aceitou e falou se você fordada o canabidiol para as meninaseu não vou atender às mais foi só issoque ele falou pra gente e isso era oneuro que que atende ela de dadá opainel ea gente falou então tá e aí agente deu as costas e não voltou maisneleeu fui atrás do canabidiol eu conseguium amigo que trouxe dos estados unidosque leva o indivíduo comum suplementaçãoalimentar e ele trouxe comecei a dar amano só quem manda nessa mesma semanaela teve a internação por conta dedoença respiratória e aí o hospital nãopodia darideal para ela porque era proibido pelaanvisa e os médicos do hospital nãoaceitavam a eser chama a polícia pragente porque não queria que a gentedesce a gente tinha que conseguir umneurologista que fosse até a uti eprescrever se para ela a gente conseguiuunir o que foi até lá e prescrever amedicação pra ela porque a gente nãopodia para tratamento em dez dias assima manhã começou a sorrir começa ainteragir coisa que até os 2 anos elanunca tinha feito[Música]tiago que estava com ela na época dainternação ele falou pra mim ah eupreciso mandar um vídeo a manhã começoua sorrire aí eu acreditava né ele mandou umvídeo dela sorrindo e aí com dois anos amanhã começou a sair por causa docanabidiol e até hoje desde 2014 manousou no vídeo e foi a melhor coisa assima melhor escolha que a gente fez pra ela[Música]hoje elas estão com seis anos né isso evocês acho que nessa trajetória jáaprenderam muita coisao que te faz querer dividir o seu dia adia com as pessoas nas redes sociais é agabi manuela ela mudar a nossa forma deenxergar a vidaantes a gente não pensava nos outros née depois que elas nasceram a gente eu euassim eu tinha quando a gente faz ascoisas para a gente quer mostrar para aspessoas que também é possível pra elasaber conseguirem então tratamento tudoo que eu consigo pagar b para mano euquero mostrar para os outros que elestambém são capazes de conseguirinformação é tudo né é procurou passarpara os outros que é possível sim vercom 2 crianças com deficiência em casa éé possível ter uma vida dentro do normale eu procuro passar isso empatia amorsolidariedade a bens é o que ela nosensinaaí o que você acha que aprendeu de maisimportante de tudo o que vocês viveramaté aqui com as meninashb manuela elas são a nossa escola davidaé a gente aprendeu a amar mais a julgar- não ter preconceito a querer ajudarmaisé a tentativa com todo mundoeu acho que é isso hb e manu é a purezae amorgabi mas não quero dizer pra vocês que amama muito vocês que enquanto vocêsprecisarem ser a sua vozseus braços suas pernas um travel estásempre com vocês para tudo todo momentoamo muito vocês da picada por ter vindocom partilhar a tua história das meninasadoram essas mães que são uma fortalezaeu desejo muito boa sorte para vocêspra vocês quatro brigadas e continue aína sua luta é tenho certeza que vai serum caminho de alegria pra você o que éobrigado por ter vindo lá empregado éque agradeça de merda pra oportunidadeela vamos trazer a gabriel ano um andarem um tiozinho aqui pra cá esse óleocabe agora que eu vi o cabelo derapunzel gente[Música]ae a revista time e vai ficar vai seruma boquinha de corais e se você tem umahistória para compartilhar com a genteescreve pra gente no amaro maternidadearroba gmail.com nós estamos em todas asredes sociais ea gente faz esse programacom amor pra vocêsvai lá faz login inscrever se inscrevamse no canal curtam compartilhem deixemseu recado do que vocês gostariam de verestou esperando na próxima quarta às 20horas com mais um episódio inédito domarbeijo[Música][Música]

Depois de 4 anos juntos, Ayla e seu companheiro resolveram ter filhos. Para a surpresa deles, logo descobriram que teriam gêmeas. Na 30ª semana de gestação, Ayla começou a apresentar pressão alta, retenção de líquido e falta de ar. Apesar destes sintomas, seu médico não tratou a gestação como sendo de alto risco e, com 35 semanas, Ayla passou muito mal, convulsionou e chegou no hospital inconsciente. Uma semana depois, acordou do coma induzido sem saber o que havia acontecido. Até então, Ayla e Thiago não faziam ideia da gravidade do quadro de suas filhas, Manuella e Gabriella. Uma história emocionante que vale a pena ser assistida.

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