Mãe de UTI: no limite da dor, do amor e da fé

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aquino amar contamos histórias reais depessoas como eu e vocêhistórias de superação luta e acima detudo amorqueremos levar esperança informação eacolhimentopor isso agradecemos hd e seguros poracreditar e patrocinar essa rede de amorde uma mãe de uti e graças a deus pelafebre resfriado cólica choro noites emclaro prato de comida gelada que você eunão sou a bagunça da casa abrirá amanhãpois nesse momento pode ter uma mãe deter que está clamando a deus para que oseu filho volte de uma parada cardíacataís tudo bem tudo isso foi um trecho dotexto que escreveu na sua página queteve várias visualizações de 4 milhõesfoi obrigada por nos enviar a suahistória e vir aqui hoje dividir suaexperiência de maternidade com amarvamos começar falando da isabellaisabella foi sua primeira filhaengravidou com 17 anos também já é umdiferencial na conta pra gente como foireceber essa notícia não foi algo né nãofoi planejado mas eu vivia um sonho tudoassim a gestação e minha mãe meus paisme ajudaram muito porque depois tive quevoltar à rotina de estudo ou trabalhodela mas eu sei que interrompeuinterrompeela nasceu em outubro em fevereiro járetornei os estudos ea isabela uma bebêque nunca me deu trabalhogente ela é um presente mesmo de deus umbebê que dormia noite inteira nãochorava como é que se lida com essasituação escola e gravidez não é como éque os colegas reagiram com todo mundoem casa me ver e saber mesmo para tercerteza que estava grávida as meninasqueriam ver a barriga como é que foiassim essa experiência de ser mãe deprimeira viagem ainda mais mães solo tãonovafoi complicado é a partir de de não ternem está solteira sozinha esse era o meumedo era o que elas sentiriam por nãoter um pai de isabella chegou o meu paide pai né que ele tem todo a assim todaa figura paterna é o meu pai ela sabeque levou só desde pequena ela ter umpai avó mas ela tem um paiela chama de pai isabela cresceu bem aíquando ela tinha 12 anos engravidou denovofoi um susto foi e foi um choque de novoé por não ter sido uma gravidezplanejada por mais uma vez está sozinhacomo é que foi a gravidez veio paranatal da carol oficial do acompanhamentopelo sus e a médica pediu os exames masnão conquistou nada eu tive é assim umagestação normal sem nenhumaintercorrência ea carol nasceu decesárea porque ela estava sentadagraciosa e leste de nova emissão nasceua 'termo tudo normal é ela ser 2015 foio que aconteceu daí quando o cara nasceuela nasceu bem roxinha e ela não choroumas a médica veio falar pra mim ficatranquila daqui a algumas horas essa corvai voltar ao normal no dia da alta veiouma pediatra que ainda não tinha vistoela ea ela começou a escutar carol elafalou mãe eu escutei um é um sopro e euvou pedir um ecocardiograma antes devocê embora aí ela falou ela nasceumiudinha não é comum esse sobrinhocom o tempo isso vai fechar mas a genteprecisa fazer esse exame parte da alta eaí ela fez a doutora luciana camelot esentou comigo pegou um papel desenhotodo o coração da carolina e ela foiexplicando para mim todas asdeformidades que ela tinhae aí ela falou pra mim a sua filha vaiter que ficar na utié uma doença muito grave e tudo isso sóse resolve com cirurgia como chama o queela tinha síndrome disse hone lai kinque é o conjunto de várias más formaçõescardíaca congênita é congênita que é aquarta ação da horta que o estreitamentoda via horta ela tinha uma ceia aqui umcanal arterial que era muito aberto delae a estenose aórtica e mitral que era umdefeito nas válvulas que foi o piorproblema da carol foram essas válvulasvocê sabe a causa disso é genérico nãoentão não tem nenhum estudo que quetenha a explicação do porque aconteceessas cardiopatias congênitas graves nomeu caso ninguém da minha família tantoda parte paterna quanto na minha ninguémtem histórico de cardiopatiamas a cadacrianças uma nasce com uma cardiopatiacongênita gravetaís tem um exame que você acabou nãofazem isso mas é possível descobrir essacardiopatia antes de nascer nem assimquer falar se desse exame ea importânciadeletem criança que cresce só descobredepois de seis meses um ano que tem umacardiopatia congênita porque nãorealizou esse exame na gestação ou nem énão chegou nem a fazer um ecocardiogramamesmo após o nascimentoé muito importante fazer um eco fetal nagestação porque pode salvar a vida deuma criança se você tivesse feito exameaparecido que teria dado pra fazereu ia ser encaminhada pra nascer nohospital apropriado porque ela nasceu nohospital onde não tinha é cardiologistative que entrar numa fila de espera éentão acho que descobri que essa notíciaprecoce facilita o futuro né você já temum encaminhamento procurar umespecialista quando eu descobri que mefalaram frei nossa é uma raridademinha filha tem isso como eu vou trataro que é que eu vou fazer e não tinhagente não tinha muito tempo pra issoporque era algo muito graveela tinha que operar no dia que elanasceu então o relógio estava ali eagente lutando esperando e foi bemcomplicado isso tempo de conseguir umavaga foi muito difícildepois do diagnóstico que você recebeu acarol ficou internada ela fez umacirurgia e daí em diante ela chegou avoltar para casa mas ela passou pordiversas internações como foi esseperíodo aí ela nasceu fez aí a genteconseguiu a transferência fez a primeiracirurgia a gente chegou a ficar nohospital cerca de um mês a gente foi pracasa com dois meses de idade eu pois elapara dormir e aí eu não tem hora que eudeitei ela ficou muito roxa muito assimum rosto quase preto e aí eu peguei elasair correndo para o posto de saúde narua da minha casa com ela no colo jápegaram ela colocar um oxigênio foitransferida para um hospitale aí vieram as outras cirurgias vem umperíodo de internação também de quaseseis meses onde ela fez mais cincocirurgiasaí depois a gente conseguiu ter altapara casa eu fiquei em casa mais unsdois meses com ela ela começou comdesconforto respiratório começou avomitara gente correu para o hospital e aí agente ficou lá por um ano e nove mesesao todo a carol fez 14 cirurgias a deusforam sete paradas cardíacas em até umano e meio de idade dela latimdesenvolvimentoassim você via que ela tinha um atrasomas era algo normal ela sentava elaamava ela comia mas com um ano e meioela teve as primeiras paradas cardíacaspós uma cirurgia que ela feze aí ela ficou com a paralisia cerebralaí quando ela voltounós já não sorri eu mesmo não tinhanenhum movimento london foi uma fase bemdifícil que ela ficou bem atrofiadateve muita lesão neurológicadepois de nove meses das paradascardíacas que ela voltou a sorrirela voltou a ter movimentos mais levesvocê entrega um filhosorrindo sentando comente é limitado eele voltanada disso mas a gente foi se adaptandobem que é o mundo novo é que além dacardiopatia veio paralisia cerebralaí era algo que para nós era novo eratoda uma adaptação era toda umafisioterapia e ela sentia bastante dortambém é carol para fazer a fingirporque fica tudo atrofiados negros nemtem que ficar foi algo bem mas aospoucos ela foi se recuperando assimficou com as suas limitações mas ela erasuper sorridente ela era demais atéquando ela estava entubadaa gente falava com ela sorria a carolassim transmitir uma luz que era algosobrenatural[Música]você se ausentou de casa nesse períodocomo é que ficou com isabella foi bemdifícil coitada é mais uma vez na minhafamília que cuidou dela minha mãe irmãmeu pai todo mundo ela mora nem moro coma minha mãe então minha mãe cuidava delaminha irmã foi morar em casa para ajudara cuidar dela mas as fases que a genteconseguia ter alta da uti para o quartoa isabela ia comigoi mas assim ela graças a deus elaentende a necessidade de eu ter queficar no hospital por causa da carol masmesmo assim ela sentia muita saudade néaí que a gente vê a falta mesmo que eufiz porque ela estava com umadeficiência muito grande de ferro pornão se alimentar por não se alimentardireitoaí teve algumas brigas na escola e aívocê vê a necessidade é que aimportância da gente está ali mas nãotinha como eu é um entre aspas e minhafamília me ajudou muito mas era eu quetinha que falar no hospital éo meia eutinha que conversar com o médico o queentendia o que estava acontecendoentão eu não podia deixar de estar lá daúltima vez que a carol foi internadaisso foi muito grave que passava pelasua cabeça nesses dias é bem difícilvocê ter um diagnóstico é incompatívelcom a vida você ter um diagnóstico deque a sua filha pode morrer a qualquermomento a gente chega no limite da dordo amor e da fé com dois anos e novemeses a carol faleceucomo é que foi esse momento para sedefender e eu pedia muito pra deus paraque no momento que ela fosse é falha esei que eu soubesse porque eu queriaestar lá e aí foi impressionante sim ésobrenatural mesmo porque eu sabia queera o dia dela eu deixei minha irmã comelafui pra casa arrumei a mala dela com asroupinhas que eu queria enterrar elavoltei para o hospital irmã estava lácom ela eu falei pra minha mãe pode sairfica aqui um pouquinho com ela a irmãsaiu ela começou a pararela esperou chega e aí ela parou pordiversas vezes os médicos reanimaram queanimavam reanimava ela voltava elaparava montadaaí eu chamei uma médica doutora luísa eufalei lo se não tiver mais o que fazerpara que eu não quero que você ficajudiando dela desse jeito ela mon nãotem mais o que fazerfalei então padre o beijo gay eu do sulfalava que eu estava linda aqui eu tinhaisso que mulher é tão vaidosa e eu seique a praça velha vai ficar eu não seiquanto gansoela queria você toninho sofrimentoacaboue foi essa a gente trocou o the bunnycrew que ela lindapeguei ela no colo de mei é elaentão assim tudo que ela preciso tudoque estava ao meu alcance que o pudefazer por ela eu fiz[Música]aí como é que isabella encarou tudo isso tem 15 anos e é moça disse que seutio aí no começo também foi muitodifícil tanto para ela quanto para mimporque ela me via mal né eu não sabia oque fazer e ela deitava aí você vê que épra salvar me beijava querendo meconsolar sempre comigo ali a escolaajudou muito é isabela estar com osamigos estar se distraindo é semprefazendo uma atividade ocupando a cabeçadela isso tem ajudado bastante ela é aminha força de área para continuar aseguir como é que foi e está sendo esseprocesso de luta pra você o que vocêdaria de conselho para outras mães assimem que tão passando por isso eu fuibuscando o que fazia com que eu mesentisse bem e escrever e falar da carolera algo que me fazia bem e isso temajudado a gente demais você vêimportância que é poder falar do luton eisso falar ouvir ver porque às vezes sesente uma coisa é você fala meu deusserá que eu tô é enlouquecendo ou seráque é comum é quando você vê as outrasmães falarem que também sente aquilovocê fala não realmente é uma fase doluto faz parte e isso é nos dá uma forçaé muito jovem você pensa em ter maisfilhosentão o no comecinho falava que nãoqueria mais mas hoje eu já pretendo simeu penso em ter uma família não teroutro filho eles no futuro assim opretendameu sou grata pelo presente que deus medeu de ter vocês na minha vidatanto a isabela quando carol o vocês sãoa razão do meu viver de quem eu sou hojeeu amo vocês e obrigado por teremescolhido como mãe eu espero cumpriresse papel de mãe com muito amortaís brigada por ter vindo aquicompartilhar sua história trocar ol daisabela da tua vidaa gente espera sempre poder ajudar essasmães brigada mesmo desejo muita sortemuito amor e carinho de vocês no qualcada eo quebradiça oportunidade de estaraqui com vocês falando um pouquinho donossopara quem quiser acompanhar talita einstagram a mãe da sol a roupa aindacarol com 20 no final do nome temprojeto[Música]se você tem uma história paracompartilhar com a gente escreve pragente uma maternidade em roma gmail.comnós estamos em todas as redes sociais eagente faz esse programa o amor pra vocêinscrevam-se no canal vai lá no loginvai ter uma flechinha vai inscrever se émuito simples eu esperando a próximaquarta às 20 horas[Música]

Aos 17 anos, Thais (@maedacaroll) teve uma gravidez inesperada, mas mesmo assim, viveu um sonho. Ela teve todo o apoio dos pais para cuidar de Isabella e, anos depois, teve sua segunda filha, Caroll. Quando ela nasceu, Thais foi surpreendida com o diagnóstico de que ela tinha uma doença congênita no coração, chamada síndrome de Shone Like. Ela precisou passar por diversas cirurgias e internações, e Thais virou uma mamãe de UTI. Como dividir a atenção entre as filhas e como lidar com diagnósticos não promissores? Conheça a história de luta e luto dessa mãe.

Produção: @chadas5produtora
Make e hair: @gigimarrach
Look: ladobasic
Digital: @affariassessoria

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